Monthly Archive for May, 2008

yeah, i’m pop!

Eu e meu sócio montamos uma banda (de dois?), ficamos ricos e lançaremos nosso próximo álbum livre para download.
.click na imagem para baixar.

Não conseguiu? Ah, que tal você mesmo fazer um? Funciona assim:

1) acesse http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Random - o título da primeira página aleatória que aparecer será o nome da sua banda.

2) vá pra http://www.quotationspage.com/random.php3 - as últimas quatro palavras da última frase da página formarão o título do seu disco.

3) acesse http://www.flickr.com/explore/interesting/7days/ - a terceira foto, não importa qual seja, será a capa do seu disco.

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Achei show a brincadeira, que aos poucos tá se transformando num verdadeiro viral! Já vi do blog do Lou, da Vivs, da Dani, que por sua vez viu no blog da Frufru, que viu no da Cris e por aí vai..

Fiz tudo certinho: escolhi o nome da banda e o nome do cd como manda as regras do jogo. Mas na hora da foto, bem.. eu preciso admitir que trapaceei. É que definitivamente não dá pra ter um álbum chamado “dividindo e compartilhando isto” com a imagem que primeiro saiu pra mim. Tive que apertar o reload.

Agora vão e dissemine a palavra, irmãos! :P

mãe, deixa eu te contar o que eu sonhei!

é, também acontece comigo todas as noites… ;)
mais destes no xkcd.

wall-painted animation: MUTO

animação incrível feita a partir de pintura em paredes e muita paciência.
criação da Blu.

orvalho

vi no Likecool.

Receita: Pão italiano com queijo gorgonzola

Ingredientes
1 pão italiano redondo
150 gramas de queijo gorgonzola
1 copo de requeijão cremoso
1 lata de creme de leite
orégano a gosto

Modo de preparo
Numa panela e em fogo baixo juntar o queijo e o requeijão mexendo sempre até obter um creme. Depois juntar o creme de leite mexendo sempre e não deixar ferver.
Abrir uma tampa no pão italiano retirar um pouco do miolo e colocar o creme.
Levar ao forno pré-aquecido 180º embrulhado em papel alumínio.
Servir quente e com vinho tinto para acompanhar.

Considerações:
* Augusto comprou um pão italiano comprido. Na receita original não fala, mas tem que ser pão “bolinha” para ficar como se fosse uma tigela.
* Eu digo: “Gusto, corta uma tampinha do pão pra derramar o recheio”. O que Gusto faz? Divide o pão ao meio. Nem preciso dizer que transbordou e melecou um bocado, né?! ¬¬
* A receita original também não dizia quanto tempo deveria ficar no forno. Eu deduzi uns 10, 15 minutos e deixei. Não vi “grandes” diferença, além do fato (óbvio) de ter aquecido tudo por igual.

Resultado:
Ficou di-vi-no!
Apesar de não ter sido feito usando o pão certo o miolo dele absorve parte do creme e a casquinha crocante sustenta sem derramar. Já o creme fica leve e sutil, apesar do gosto forte do gorgonzola. Devoramos com uma garrafa de vinho tinto barato, but who cares?

beleza pelo engano

Franz comentou: - (…) A beleza de Nova Iorque tem uma origem completamente diferente. É uma beleza involuntária. Nasceu sem que houvesse intenção por parte do homem, um pouco como uma gruta de estalactites. As formas, feitas em si mesmas, se encontram por acaso, sem nenhum plano, em improváveis vizinhanças onde brilham de repente numa poesia mágica.

Sabina disse: - A beleza involuntária. É isso mesmo. Poder-se-ia dizer também: a beleza pelo engano. Antes de desaparecer totalmente o mundo, a beleza existirá ainda por alguns instantes, mas por engano. A beleza por engano é o último estágio da história da beleza.

Pensava em seu primeiro quadro de sucesso: por engano, havia escorrido sobre ele um pouco de tinta. É, seus quadros eram feitos com a beleza do erro e Nova Iorque era a pátria secreta e verdadeira de sua pintura.

~trecho do livro A Insustentável Leveza do Ser - Milan Kundera, p. 107.

Esse trecho me lembrou outra coisa: há algum tempo atrás, eu e Augusto pintávamos camisetas durante horas num quartinho quente e apertado no quintal de casa. Numa noite qualquer, em véspera de uma exposição que participaríamos, esbarramos sem querer o corpo sujo de tinta numa camiseta pronta. Na mesma hora pensamos: “F*deu! Perdemos a camiseta”. Então, num estalo, surgiu a idéia de respingar mais tinta daquela mesma cor na camiseta, dando um ar de “ah, essa mancha está aí de propósito. Somos artistas“. Fizemos isso em todas, deixamos secando no varal, desligamos a luz e no dia seguinte levamos para exposição.
Resultado: naquele dia Bethânia foi nosso maior sucesso de vendas. ;)

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Esse post inaugura uma nova categoria, inspirada por um post da Liv Brandão, que por sua vez foi inspirado pelo blog de Bruno Galera: Trechos Sublinhados. Percebi que eu, assim como eles, também já destaquei muitas páginas, parágrafos e frases soltas que por qualquer motivo tenham me emprestado significado naquele momento da leitura. Interessante que o fenômeno não se restringe somente aos livros, mas também a filmes, letras de músicas e até diálogos despretensiosos pelos IM da vida.

Então a partir de hoje essas “pérolas” ficam armazenadas na categoria “trechos inesquecíveis“, já que minha cabecinha não consegue comportar todas elas sem considerável perda de conteúdo.

Foto do genial Ricardo.

desconforto

vi no ffffound.

Sabine recomenda: XXY

Sábado assisti a pré-estréia do filme XXY, da cineasta argentina Lúcia Puenzo, que foi indicado ao oscar de melhor filme estrangeiro e recebeu o prêmio da semana da críticas em Cannes.

O filme conta a história de Alex - nascida entre os dois sexos, mas criada pelos pais como mulher - a partir do momento em que ela decide deixar de lutar contra a evolução natural do corpo e traços masculinos vão aparecendo, e como sua família e o mundo convivem com o fato de que não há nada que se possa fazer a respeito.

Para mim Alex é mulher do início ao fim do filme, mesmo tendo quebrado o nariz do melhor amigo numa briga e outras cositas más (que não vou contar pra não estragar a surpresa). Ela é forte diante da fragilidade da sua situação, decidida de seus desejos sexuais, cheia de charme para conseguir o que quer e incrivelmente capaz de render amores apesar de todas as diferenças. Se estas não são características pra lá de femininas, eu também devo estar no corpo errado.

Mas preciso alerta-los de que é um filme de meio de estória. Daqueles que o primeiro diálogo não te diz nada e o último não te avisa que acabou, sabe? Filmes “de meio” são os meus prediletos. Gosto da sensação de ter entrado na metade da sessão e sair de lá carregando aquele pedaço de coisa sem desfecho, tentando adivinhar o que pode ter acontecido com os personagens depois que as luzes acenderam. Filmes como este me fazem companhia até eu adormecer.

blow up

dica de @maira_ak, que viu no ffffound.

strange love

propaganda delícia da Levi’s.

[update]: Vibrei pela música escolhida para esse comercial. Depois de muito trabalho eis que descobri a dona dessa maravilhosa voz, Little Annie Anxiety Bandez. E não é que essa alma abençoada disponibiliza as músicas para download no site dela? Essa vai pro céu, com certeza.

“Once I had a strange love,
a mad sort of insane love,
a love so fast and fierce I thought i’d die
..”
Esse trecho não sai da minha cabeça.