Uma hora da tarde, madrugada de domingo. Marco Gomes me liga, perguntando: “vai fazer o que hoje?” Eu tinha alguns compromissos marcados, mas todos resolveram me dar o bolo. “Vamos em … que vai ter uma festa …. ” Sonolenta, nem ouvi direito a proposta, retornei uma sms confirmando que ia, me arrumei e saí.
Metrô, caminhada, ônibus. Confiança é uma coisa besta, né? Só na metade do caminho que descubro para onde estava indo:
Estranho? Você não tem idéia!
Se me chamassem para um programa desses há alguns meses, eu diria: “tá louco???” Talvez se eu estivesse mais acordada enquanto ele explicava para onde estávamos indo eu dissesse a mesma coisa. Mas naquela hora lembrei de uma frase infalível do meu irmão: “Já tô fudid* mesmo..” Fui.
Mas verdade é que foi um dia sensacional. Vimos um pôr-do-sol lindo, conversamos nerdices sobre arquitetura da informação e interfaces humanas, passeamos morrendo de frio pela Paulista e pela Augusta repleta de grafites e jantamos burritos. No final do dia pude contar pelo menos cinco coisas que nunca tinha feito na vida. É um saldo bastante positivo para uma noite só, não acham?

Um oferecimento…
… vc já sabe.
é, Lou, eu sei.
e gosto tanto..
FYABURN!
Vc foi num soundsystem de verdade!
“The sound system concept first became popular in the 1950s, in the ghettos of Kingston. DJs would load up a truck with a generator, turntables, and huge speakers and set up street parties.”
Continue lendo em: http://en.wikipedia.org/wiki/Sound_system_%28Jamaican%29
Poucas pessoas no mundo conhecem uma festa assim, e no próximo (se vc topar ir num SoundSystem novamente) vc vai dancar nem que seja na marra XD
Além disso o passeio pós-soundsystem foi tão divertido quanto, com visita à Endossa, rolê pelos graffitis e muuuuito papo
Foi iradássimo, e a vida precisa ser assim: uma história pra contar por dia
Jah! Rastafari!
digo mais: Queima Babilónia, QUEIMA!!!!!