
~ do tumblr delicinha da nana.
I’ll tell you in another life, when we are both cats..
Em um primeiro momento, nós, usuários, moldamos as mídias sociais de acordo com nossos perfis (ex: Myspace voltado para músicos; Orkut voltado para promoção pessoal, etc.). E agora, com a definição dos espaços, as mais variadas ações interativas em sites corporativos estão sendo testadas e aprovadas pelas empresas, que compartilham informações sobre seu produto ou serviço, e pelos usuários, ao receberem e também compartilharem essas informações.
Hoje, diversas empresas buscam colocar em seu marketing as mídias sociais, que a cada dia se mostram mais poderosas pela rapidez de divulgação do produto ou serviço e também nas conversões financeiras obtidas. E isso reflete diretamente na arquitetura da informação, organizando espaços dentro do website ou sistema web, para inserção de conteúdo compartilhado.
~ Iris Ferrera escreveu um excelente texto sobre Mídias sociais e arquitetura da informação para revista iMasters. [continue lendo]

Queria achar quem desenhasse bem assim em canecas.
Eu compraria várias.
Por enquanto invejo forte esta da Raychel Sonveeco.
~ ilustra linda do Rick Fav, que parece estar começando o projeto de ilustras de filmes agora. Acho que já vale a pena acompanhar o flickr do rapaz e aguardar as novas, não?
Se algum dia você tiver pneumonia estafilocócica, saiba:
- nem toda pneumonia apresenta os sintomas clássicos: tosse de cachorro louco, dores no peito e febre. A minha foi diagnosticada a partir de uma dor de cabeça e falta de ar. Fique ligado em pequenos sinais de problemas respiratórios.
- você precisará ficar internado. Não tem como fugir disso (eu tentei). E se você tiver menos de 30 anos e a coisa atacar os dois pulmões pode se preparar para pelo menos uma semana de molho.
- é preciso fazer coleta de sangue diariamente para medir a oxigenação. Coleta de sangue venoso é moleza. É a mesma que você faz em qualquer pronto socorro. Tudo bem que o braço fica roxo e totalmente sensível, mas você vai aguentar. A coleta arterial é que são outros quinhentos.. A artéria a gente não vê, só sente pela pressão. Então o procedimento consiste basicamente em: 1) enfiar uma agulha grossa no teu pulso, 2) procurar às cegas a tal artéria pulsante e 3) então sugar. Isso pode levar um tempinho e dói como os diabos! Pode chorar que ninguém vai achar exagero.
- de 3 em 3 dias, é preciso trocar o acesso. Acesso é a agulha no braço por onde você receberá a medicação. Se for atendido por uma boa equipe médica eles estarão ligados nas datas de troca, caso contrário cuide você de contar os dias. O acesso quando fica muito tempo força a veia e ela inflama, fazendo a agulha escapar e o remédio vazar sob a pele. Isso vai arder e doer imediatamente e teu braço fica vermelho, inchado e dolorido por dias. Experiência própria.
- a vida no hospital começa cedo. 6 da matina tu nem acordou e já tem nego enfiando agulha com antibiótico no teu braço, às 7h aparece um enfermeiro para verificar teus sinais vitais, Às 8h já é o café da manhã, então nem enrole. Levante, troque o pijama, lave a cara e encare essa vida besta porque tu não vai conseguir dormir até tarde.
- o período de internação é tedioso, mas também pode ser muito saudável. Pela primeira vez em anos fiz as 5 refeições diárias (café da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia), me exercitei todos os dias (fisioterapia respiratória e caminhadas), dormi e acordei cedo. Aquela coisa, sabe? É ruim mas é bom.
- faça amizade com as enfermeiras, médicos, técnicos, as mocinhas da limpeza e das refeições . Você vai precisar que sejam gentis na hora das coletas, ao te levarem pros exames, trazerem um porção extra de sobremesa e que te ajudem a passar por isso. Ser indiferente ou agir como se eles apenas te prestassem um serviço - além de não ser legal - é como um tiro no pé.
Hoje é meu sétimo dia de internação. Previsão de alta: 18/08.
Esse tipo de pneumonia, quando em pessoas jovens é muito mais grave e difícil de tratar do que em idosos, me explicou o médico (aquele fofo!).
Como a coisa começou tão banal resolvi tratar em casa (com maracugina, pensando ser uma crise de stress. Avalie!) e adiei uma semana a vinda para o hospital. E teria adiado outra, caso não tivesse sido forçada a aparecer no trabalho e lá o pessoal perceber que eu estava nas últimas. E então podia ser tarde demais.
Para mim, estar aqui hoje é como um puxão de orelha.
Quando eu era criança, bastava espirrar 3 vezes seguidas que mamãe já vinha com a mão na testa para ver se estava quente e dava uns gritos pra que eu calçasse os chinelos. Chás eram bebidos forçadamente (”se fosse bom não era remédio”, ela dizia) e as doenças eram tratadas pelo médico de confiança da família.
Hoje a gente vai embromando, adiando, enchendo a cara de comprimidos e fingindo que aquela dor é só uma dorzinha, o enjôo é um mal-estar passageiro. “É só um pulo na padaria, não precisa de agasalho”, “tudo bem andar descalço, não dá em nada”.
A gente sai da casa dos pais e assume toda uma nova vida e suas responsabilidades. Damos conta do nosso trabalho, das contas no final do mês, escolhemos nossos amigos, decidimos o que comer e o que vestir. Basicamente substituimos a tomada de decisão deles pelas nossas, avaliando sozinhos o que tem que ser feito. Nessa de assumir o mundo, esquecemos que decidimos também pelo nosso corpo.
Nesses dias e nessas muitas horas livres para pensar cheguei a conclusão de sou um tanto inresponsável com esse corpinho roliço e branquelo. Menosprezo problemas sérios e adio coisas que, fossem trabalho ou cuidados com os outros, eu não desprezaria.
Sugiro que de vez em quando você olhe pro teu umbigo, mas não no sentido figurado.
E se cuida.
~ foto da hello bum.