“Les Mademoiselle were conceived with tons of love.”
~ bibelô de estante mais querido! Vi no Etsy.
I’ll tell you in another life, when we are both cats..

“Foi então que senti qualquer coisa como uma comichão entre os cabelos, como se algo brotasse de dentro do meu cérebro e furasse as paredes do crânio para misturar-se com os cabelos. Aproximei-me do espelho, procurei. Era uma borboleta. Das azuis.”
~ vi no blog delicinha da Ro.
~ foto: Christopher Wilson.
- texto: Caio F.
“come out, tigerlily
you’re caressing me
I’ll take you up
I’ll turn you on
I’ll take your apathy
I wouldn’t lie to you, blossom
won’t you let it go
I’m gonna give you all you want and don’t you know”
Todo um potencial tecnobrega em Tigerlily da La Roux.
Mais uma para minha playlist secreta-delicinha-em-breve. ![]()




“quando você disse
reparar e detalhou
perfeitamente
o meu andar:pernas esticadas &
mãos na cintura
o corpo branco,o som dos passos
ecoando pelo nosso quarto até
o meu parar a centímetros do seu rostoeu só escutei o seu
amor.”
~ andanças, da Lubi.
~ e o amor em preto e branco da Brittany Chavez.
“O ser humano limita-se na actualidade a “ter” coisas, mas a humanidade esqueceu-se de “ser”. Este último dá muito trabalho: pensar, duvidar, perguntar-se sobre si mesmo…”
~ Saramago

Da série: fotos que lembram adolescência também trazem de volta músicas embaraçosas..
~ do Dan Martensen
D. Rachel Juraski [amo esse nome!] e D. Marina Santa Helena me convidaram para o tal meme das nove coisas e eu, que falo pelos cotovelos, super topei. Então lá vão nove coisas que talvez vocês não saibam a meu respeito:
1- Amo viajar de carro. Quando criança esse era o programa de todas as férias. Papai enchia o carro de guloseimas, um garrafão d’agua e fitas cassetes com as músicas mais incríveis e minha mãe trazia almofadas, gibis da turma da mônica, palavras-cruzadas e uma olympus trip 35 [camera desejo-de-consumo-master da minha vida]. No banco de trás eu e 3 irmãos aprendíamos a revesar revistas, lidar com o aperto, dormir um por cima dos outros e principalmente, NUNCA empurrar os joelhos nas costas dos bancos da frente. Para mim, essas viagens foram determinantes para construir o tipo de relação que eu tenho com meus irmãos e até hoje quando pego estrada para pós-graduação em Curitiba lembro muito deles e daquele tempo juntos.
2- Meu primeiro auto-boicote aconteceu aos 12 anos. Detestava educação física a ponto de ter ficado de recuperação na matéria desde a 6ª série até o primeiro ano do segundo grau. Deu-se, porém, que papai não quis mais bancar minha preguicite aguda e me forçou a escolher uma atividade. Achando que a vida é mesmo um mar de rosas - e jurando que as amigas se matriculariam comigo - fui pra natação.
Primeira aula, sozinha (claro que as infelizes não foram), todo mundo de bóia batendo perninha para ver quem atravessava a piscina. Cheguei em último na primeira volta, na segunda mal saí da beirada e o povo já voltava. Na terceira perdi a paciência, fingi uma câimbra e pedi para ir para casa. Durante meses saia todas as terças e quintas no horário na natação e enrolava no shopping perto do sesc até o dia que meu pai descobriu. Resultado: uma bronca daquelas e nada de saber nadar até hoje.
3- Nasci em Cuiabá, Mato Grosso. Talvez essa seja a coisa que menos pessoas sabem, mas a verdade é meu coração todinho e 80% do sotaque que me resta é de Recife, mas eu não sou de lá. Sou cuiabana, morei 10 anos em Brasília, 8 anos em Recife a agora é São Paulo quem me adota.
4- Comecei a trabalhar com 17 anos. Meu primeiro emprego foi como balconista de uma confeitaria na asa norte. A primeira compra com o primeiro salário - 170 reais, vejam que fortuna - foi o CD acústico da Alanis Morrisette. Embalei para presente, claro.
5- Nunca brigo de cabeça quente. Nunca. Levo a discussão até o ponto onde percebo que se passar dali o caminho não tem mais volta, então calo a boca. Pode espernear, quebrar pratos, xingar a mãe, ameaçar ir embora. Ficarei quietinha, sairei de perto e a gente vai retomar aquela conversa numa outra hora. Acontece que há muito tempo descobri que sou uma pessoinha muito cruel quando estou magoada. Falo coisas horríveis e manipulo qualquer fato a meu favor. Alguns diriam que é um dom, eu considero a bad karma.
6- Um dia fui “punk-cor-de-rosa”. Com essa definição tentem imaginar uma guria branquela, de cabelos vermelhos, roupas pretas e coturnos em pleno calor escaldante de Recife. Curtia bandas como Linkin park, Limp bizkit e Evanescence. Dava trabalho para os pais, bebia muito vinho barato e passava madrugadas vagando pelas ruas do Recife Antigo fazendo nada que preste. Aí chegou Augusto e me colocou nos eixos.
7- Sou totalmente autoritária, mandona, organizada e controladora em casa. Quando não consigo o que quero - como a iluminação perfeita para os dias de festa ou todas as panelas de alumínio perfeitamente brilhantes - fico chata, fecho a cara e começo a tomar a frente sem pedir mais ajuda. O dengo dura 2 minutos, mas sei que até passar meus meninos sofrem para deixar as coisas do jeito que eu gosto.
8- Não sei dirigir e só aprenderei quando for inevitável. Nasci para ser passageira.
9- Lembro de todos os primeiros beijos em todas as pessoas que um dia beijei. Lembro do lugar, do jeito, do sabor, da música, da roupa que usávamos, do cheiro, da malícia ou falta dela, do estado de espírito, se nos gostávamos ou só estávamos ali, enfim. Lembro-me sabe-se lá por quoi. Elabore você umas teorias.
Gostaria que quem passa por aqui respondesse. Meme tem que seguir adiante, ‘visse’?! ![]()

~ Mike Oncley definiu minha próxima compra no Etsy.
O cartaz foi inspirado em um filme. Vocês sabem que filme é este, né?
“Eu quase nunca tenho um motivo bom para sorrir que não seja quando o Etevaldo aparece na porta de casa, de banho tomado e cara lavada, e boca cheirando a pasta de dente, me chamando pra brincar na pracinha em frente de casa. Essa mulher não é minha mãe, a minha mãe morreu e me deixou um apelido secreto, só meu e dela e uma fita verde de por no cabelo. “Pros dias especiais, minha filha”, então quando o Etevaldo vem eu ponho a fita e eu vejo pelo olho dele que ele acha bonito. Essa mulher ai sente inveja da minha mãe, eu sei, por isso que ela é tão zangada comigo. Mas meu pai esqueceu minha mãe e gosta dela e eu sou só uma criança, então eu não posso fazer nada a não ser chorar à noite ou sorrir bastante quando o Etevaldo aparece aqui. Acho que da próxima vez que eu precisar ir na padaria comprar o pão do café da tarde eu vou dar um jeito de pegar umas moedas pra mim então eu vou apostar com o Etevaldo uma corrida boba e perder e ai dar as moedas pra ele e sugerir como quem não quer nada pra gente ir tomar um sorvete. Ai eu sei que ele vai me pagar esse sorvete e eu venço essa besteira dele de achar que eu não posso pagar nada, nem um bombom nem uma maria-mole ou um quindim. Nessa vida a gente tem que ser esperta, senão vem uma velha dessas e nem deixa a gente tomar sorvete.”
~ dos amores possíveis de Pedro Jansen (aka queridón) [continue lendo]
~ e a fadinha de Matt Caplin.