“Aqui há paz
Aqui há paz e alegria
Antes que voce perceba
Que não deu, não deu, não deu
Esse mundo não é meu
Vou voltar a procurar
Onde possa te encontrar
Aqui é festa amor
E há tristeza em minha vida
Aqui é festa amor
E há tristeza em minha vida
Não há mistério algum
Tu pode me esquecer
Pra ver, tu pode até fingir que não me viu
Aqui é festa amor
E há tristeza em minha vida
Aqui é festa amor
E há tristeza em minha vida
I love you without knowing how, or when, or from where,
I love you straightforwardly without complexities or pride:
So I love you because I know no other way.
[e que me entendas]
Te amo sem saber como, nem quando, nem onde.
Te amo diretamente sem problemas nem orgulho:
Assim te amo porque não sei amar de outra maneira.
[para te conquistar]
Te amo sin saber cómo, ni cuándo, ni de dónde,
Te amo directamente sin problemas ni orgullo:
Así te amo porque no sé amar de otra manera.
[e seduzir]
Je t’aime sans savoir comment, ni quand, ni d’où,
Je t’aime directement sans problèmes ni orgueil;
Je t’aime ainsi car je ne sais aimer autrement.
[e mesmo brigando]
Dich liebe ich ohne zu wissen, wie noch wann oder woher,
Dich lieb ich unmittelbar, problemlos, ohne Stolz:
Ich liebe dich so, weil ich anders zu lieben nicht verstehe.
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Update:
Durante um almoço, eu e minha prima discutíamos porque algumas línguas parecem ter surgido predestinadas a serem usadas durante a conquista, o sexo ou mesmo em brigas. A lembrança desta conversa, somada ao livro na cabeceira da cama, a música certa e uma taça de vinho nas mãos fez nascer o post. Eu sei o que parece, mas não é.
Jesse - “Acho que escrever aquele livro foi como construir algo que me impedisse de esquecer o tempo de passamos juntos. Algo que me lembrasse que realmente estivemos juntos. Que foi verdade, que aconteceu mesmo.”
Celine - “Fico feliz que você diga isso, porque sempre sinto que sou anormal por não conseguir seguir em frente. As pessoas têm um caso, ou até relacionamentos, terminam e esquecem tudo. Mudam como trocam de marca de cereal. Sinto que não esqueço as pessoas com as quais estive porque cada uma tem qualidades específicas. Não dá para substituir ninguém.
O que foi perdido está perdido. Cada relacionamento que termina me magoa. Nunca me recupero. Por isso, tenho cuidado quando me envolvo com alguém, porque dói demais. Eu evito até transar porque vou sentir saudades de coisas mundanas daquela pessoa.
Tenho obsessão com pequenas coisas. Talvez eu seja louca, mas, quando eu era menina minha mãe me disse que eu sempre chegava atrasada à escola. Um dia, ela me seguiu para saber o motivo. Eu ficava vendo as castanhas caírem das árvores e rolarem na calçada ou as formigas atravessarem a rua ou a sombra de uma folha num tronco de árvore. Coisas pequenas. Acho que com gente é igual. Vejo pequenos detalhes específicos de cada coisa que me comovem e sinto saudades deles depois. Não se pode substituir ninguém porque todo mundo é uma soma de pequenos e belos detalhes. Lembro que a sua barba tem fios avermelhados e que o sol os fez brilhar naquela manhã, um pouco antes de você partir. Lembrei disso, e senti saudades.”
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~trecho do filme Before Sunset - Porque revi o filme neste fim de semana e senti saudades;
- Porque realmente sua barba tem fios de outras cores;
- e porque a trilha é excelente, ouça: A Waltz For A Night
“Ah, insensatez
Que você fez
Coração mais sem cuidado
Fez chorar de dor
O seu amor
Um amor tão delicado
Ah, por que você foi fraco assim
Assim tão desalmado?”
minha querida Fernandinha Takai, escolha certa num momento de busca por belas músicas.
“Eu vou porque a tua beleza descortina a minha imensa feiúra. Eu vou porque teu perfume me enfeitiça docilmente. Porque ainda existe algum sentido em mim antes do afogamento. Porque outras mulheres e outros homens eu quero amar. Porque por outros homens e outras mulheres eu quero ser amado. Porque o amor não se basta. Porque só o amor não é o bastante. Porque você nunca achou que fosse amor. Porque eu nunca soube amar.”
~trecho do texto “Speechless“, de Egídio La Pasta Jr.
(Não hesite. Leia todo.)
Hoje recebi por email a melhor dica da semana, quiçá do mês: um dos posts do Egídio La Pasta Jr. na Revista Paradoxo.
Sabe aquela coisa de ler um texto que só poderia ser escrito se o cara conhecesse sua história? Pois então. Li e imediatamente senti os pêlos da nuca se eriçarem e o coração sufocar de medo. Toda a concentração no que eu estava fazendo desapareceu. Eu só conseguia ler e reler tentando encontrar por trás daquelas palavras algum amigo muito íntimo brincando com um pseudónimo que eu desconhecia. Quem sabe..
Não era. Busquei mais e caí no texto que cito o trecho, e depois outros, e depois o blog e então foi orgásmico.
Quem conhecê-lo pode avisar que eu caso, viu?! A menos, claro, que ele já seja casado, então eu passo. Não gosto dessas folias.