Archive for the 'bla bla bla' Category

programa de índio, digo, domingo

Uma hora da tarde, madrugada de domingo. Marco Gomes me liga, perguntando: “vai fazer o que hoje?” Eu tinha alguns compromissos marcados, mas todos resolveram me dar o bolo. “Vamos em … que vai ter uma festa …. ” Sonolenta, nem ouvi direito a proposta, retornei uma sms confirmando que ia, me arrumei e saí.

Metrô, caminhada, ônibus. Confiança é uma coisa besta, né? Só na metade do caminho que descubro para onde estava indo:

Estranho? Você não tem idéia! :)

Se me chamassem para um programa desses há alguns meses, eu diria: “tá louco???” Talvez se eu estivesse mais acordada enquanto ele explicava para onde estávamos indo eu dissesse a mesma coisa. Mas naquela hora lembrei de uma frase infalível do meu irmão: “Já tô fudid* mesmo..” Fui.

Mas verdade é que foi um dia sensacional. Vimos um pôr-do-sol lindo, conversamos nerdices sobre arquitetura da informação e interfaces humanas, passeamos morrendo de frio pela Paulista e pela Augusta repleta de grafites e jantamos burritos. No final do dia pude contar pelo menos cinco coisas que nunca tinha feito na vida. É um saldo bastante positivo para uma noite só, não acham?

recomendações de mãe

Tão difícil atualizar o blog ultimamente… Depois da mudança para são Paulo surgiram tantas coisas para pensar e fazer, e todas tão diferentes e urgentes, que até o tempo online parece curto e disputado.

Desde que cheguei procuro colocar em prática tudo que minha mãe me recomendou antes de sair de casa. Claro, mamãe não me deixaria entrar num avião prestes a enfrentar uma cidade tão diferente das outras onde morei sem antes me presentear com todo tipo de conselhos úteis e até engraçados, como por exemplo:

- “Não ande com essas camisetas velhinhas.. compre roupas novas quando chegar lá”;
-
“Passe protetor solar no rosto, depois hidratante todos-os-dias” (assim, com ênfase nas últimas palavras);
-
“Sempre que precisar de uma carinho de família, vá pra casa dos teus tios(vou amanhã);
-
“Não esqueça de usar sempre cachecol ou lenços no pescoço. Não pegue uma friagem!(sim, mãe);
-
“Não ande descalça pela casa!!!(eu tento, não é fácil. Adoro andar descalça);
- “Trate da sua rinite”;
- “Passe hidratante na pele para umidecer os poros e proteger-se da poluição” (eu esqueço..);
- “Não se esqueça de quem você é, espiritualmente falando”;
- “Não confie em estranhos”;

- “Ligue assim que chegar lá! É a primeira coisa que você tem que fazer assim que descer do avião, tá entendido Dona Sabine?!?”;
- “Compre um baton com cor e passe blush nessa cara apagada, menina!”;
- “Leia muito, escreva sempre”;
- “Proteja os pés”;
- “Coma menos carne. Alimente-se de leite, ovos, queijo branco, frutas e verdura. Coma feijão!” (ainda não comecei a fazer isso. Em breve..);
- “Compre uma bolsa preta grande e de alças achatadas - não roliças! - para mim na 25 de março” ( e eu lá sei onde fica a 25 de março???);
- “Escolha bem as pessoas com quem você vai morar. Prefira afinidade, não apenas amizade” (estou cuidando disso ainda);
- “Escove os dentes todos os dias”;
- “Leve band-aid”;
- “Cuidado com a postura”;
- “Se você exagerar na bebida, eu vou saber. Se você experimentar alguma coisa… estranha, eu vou saber, então já sabe, né?!” (imaginem aquela voz ameaçadora de mãe);
- “Não confie em todo mundo que se mostrar prestativo a você. As vezes as más intenções estão disfarçadas em sorrisos”.

E houve muitos, muitos outros.
Acho engraçado, mas confio. Sei que ela só quer o meu bem. Me liga todos os dias e sempre pergunta: “Já está comendo direito ou caindo pelas tabela de fome? Assim mesmo, desse jeito debochado. Mas ela tem razão, pois sabe que minha alimentação é a coisa que mais negligencio no mundo.

E não estou reclamando, viu Dona Marilú?! A senhora pode me dar quantos “puxões de orelha” quiser. Sou muito rica por ter uma mulher como a senhora ocupando corajosamente o papel de minha mãe.
:)

Aah, a foto é de uma das edições da revista ideafixa, mas agora não me lembro qual.

make up

Nunca uso maquiagem. Uso lápis preto e brilho labial, só. A verdade é que nunca primei pela vaidade (diferente da minha mãe que aos 20 e poucos anos fez maquiagem definitiva nos olhos e lábios), mas com a mudança pra São Paulo achei que deveria mudar esse falta de hábito. Então, como boa nerd que sou, fui pedir ajuda ao tio google. Deixe-me compartilhar algumas descobertas.

Primeiro, o kit básico que não pode faltar na bolsa é:
- base (escolhi a de bastão. daqui a pouco vocês vão saber porque)
- corretivo
- pó
- rímel
- lápis de olho
- blush
- sombra (para mim marrom porque sou muito branquela)
- gloss (ou batom clarinho)
e um monte de pinceis específicos pra cada coisinha. Decidi que para base quero um grandão porque espalha tudo uniformemente, mas sei que precisarei de outros. Curvex também é bom, mas não achei imprescindível.

Segundo, alguns links:
2beauty - Blog da Marina, uma gaúcha apaixonada por maquiagem. A menina é super habilidosa e criativa nas combinações de cores. Dá excelentes dicas que vão desde onde comprar até coisinhass que você pode fazer em casa. Adorei!

Vende na farmácia? - Joo e Loo entenderam que maquiagem é coisa linda de deus, mas pode ser cara de doer então resolveram montar um blog com dicas de onde comprar coisas bem baratinhas e de qualidade. Bela iniciativa. Meu bolso agradece. :P

Dia de Beauté - Victoria vai além da maquiagem. No seu blog fala sobre cuidados com cabelo, roupa, perfumes e até com a unha. Só achei ruim o layout do blog com 4 colunas. Muito estreito o espaço para texto o que acaba atrapalhando a leitura.

Blog da Lis Comunello - A Lis é consultora natura. Preciso dizer mais alguma coisa?

Canal youtube da Panacea81 - A inglesa é louca por maquiagens de olhos e posta diversos tutoriais. Ela fala rápido e puxa um sotaque tremendo (quem sou eu pra falar, né?), mas dá pra entender.

Por fim, o vídeo abaixo do canal IG. Achei super gracinha a garota que apresenta. Rola umas falhas e borrões, a qualidade do vídeo também não está lá essas coisas, mas o principal é que é um tutorial de como fazer uma maquiagem bacaninha em 5 minutos. Para mim foi super útil pois nunca me sobra muito tempo na correria do dia-a-dia para estas “coisas de mulherzinha”. :)

enjoy!

créditos da foto a bobby stokes. adoro fotos espontâneas assim.

Sobre noites em sampa, cerveja guinness e partidas doloridas.

Então que toda a graça da viagem está no pós-curso!

Na sexta, dia 14, saímos todos para comer uma bela massa com Gustavo Jreige (que meu subconsciente sequelado decidiu chamar de “Gustavo Jéiri”, por qualquer motivo dele e só dele). Descobri que o Conjunto Nacional é um lugar onde eu moraria fácil, tamanha a quantidade de coisas que eu adoro num mesmo lugar. Livraria Cultura, cinema alternativo, galeria de arte e restaurante italiano, que mais eu quero na vida? ;) Neste dia voltamos pro quarto eu, Bressane e Simone cheios de latinhas de sminorf ice. Bebida de mulherzinha, eu sei, mas é que estávamos iniciando Bressane no mundo do álcool.inhamos que ir devagar.

Sábado era o dia do #coffeecamp, certo? Saímos do curso e pegamos uma carona com Eder e chegamos cedo no Hotel. Eu e Simone nos arrumamos rapidinho que o Zander estava esperando e lá fomos nós. Cheguei na Starbucks babando na decoração do lugar! (Tá, eu sou lesa e aqui não tem Starbucks. #prontofalei) Vivs e Gabriel já nos esperava e um pouco depois chegaram Markun, Mafra, Adriano, Jeff Paiva e outros (a lista é enorme!)

starbucks.jpg

@markun, @vivstiemi, @bressane e @zander_cp

Daqui pra frente eu vou tentar resumir: Alguém puxou a conversa sobre cerveja. Falavam sobre todos os tipos e sabores, discutindo qual a “mais isso” e a “mais aquilo”. Eu participo pouco porque afinal, comparado a eles, eu conheço lhufas sobre cerveja. Mas num determinado momento Zander me pergunta com toda a seriedade que o momento propunha: “Sabine, você acredita em deus?” Foi então que eu percebi que o assunto era sério. Diante do rosto questionador e da pergunta tão solene, fiz a única coisa certa que podia fazer: ajoelhei-me aos pés dele e esperei o batismo, porque estava claro que todas as minhas crenças seriam colocadas a prova! Foi quando ele decretou:

- “Café? Não, café não! Chama todo mundo! A gente vai pro Asterix batizar a Sabineas. Ela vai tomar Guiness!”

Eu? Não disse nada. O que eu podia dizer? Há muito que eu já tinha entregado nas mãos de deus. :P

Chegando ao tal Bar Asterix e depois de uma pequena batalha para conseguir cadeiras conseguimos a primeira rodada de Guiness. Zander e Jeff Paiva negociando com o garçom e o restante do pessoal chegando, bebendo e twittando. Foi assim que o #coffecamp virou um encontro inesperado entre #nob e #botecamp. Naquela noite eu conheci pessoalmente Felds, Lou Martins e a linda Danidani. Jeff Paiva e Markun me enchendo de atenções me deixaram vermelha e sem graça. Eu e Marco Gomes praticamente continuamos amigos virtuais, tamanha a pressa com que ele chegou e saiu(sim, mocinho. Isso é uma reclamação!). Já eu e Fugita discutimos desde desenhos animados até possíveis propostas de casamento. :P
Estes e muitos outros fizeram da minha viagem algo definitivamente superior as minhas expectativas.

mesa.jpg

Não é a melhor foto.. mas era a melhor mesa!

Ah! Meu batismo foi devidamente feito e gravado! (Simone ainda me manda o vídeo. Tenho fé que manda.) Eu não saberia descrever a noite. Foram tantas conversas, tantas pessoas incríveis, tantas descobertas e aquele desejo enorme de ficar ali, de ser dali, de conviver com eles todos os dias. Eu sentia o calor da mesa e o frio da noite e estava bem, cercada daqueles estranhos conhecidos que me faziam morrer de rir e me envergonhar do meu deslumbre bobo, coisa de turista mesmo.

São Paulo amanheceu no domingo seguinte cinza e tristonha, como eu. Me despedi de Simone enquanto ela ainda dormia com uma máscara de vaquinha engraçada. Entrei no táxi e puxei conversa com o taxista pra não ficar olhando a cidade, com aquela sensação de despedida. Bressane silencioso durante o trajeto só me ajudava a manter o coração mais apertado.

Entrei no avião, sentei sozinha na fileira de 3 lugares, ainda na janela. O avião taxiou pela pista, pegou velocidade, levantou vôo. De certa altura eu vejo São Paulo pela janelinha e os olhos enchem de lágrimas. A sensação era a de quem está indo embora de casa. A cidade continuava mergulhada na neblina e no frio. Propagandas, os trocentos prédios, a poluição visual, tudo aquilo que a gente ouve falar de negativo sobre São Paulo naquela hora me pareciam ainda mais convidativo. Com os olhos assim brilhando me lembrei das conversas da noite anterior, das pessoas que conheci, da expectativa criada, da conta mais alta de toda minha vida e comecei a rir. Caramba, como eu estava feliz. Eu queria trazer algo de valioso daquela viagem, mas não esperava voltar com tanto. Na carteira cartões de visita que matariam de inveja qualquer colega de faculdade. No peito as lembranças que me matarão de saudades até o dia em que eu puder voltar pra ficar.

.. e eu tô ficando sentimental demais!

Quanto tempo pra chegar Outubro, hein? Ai que demora..

[update]
  1. Pronto, finalmente postado o resto da viagem. Agora Lou me deixa dormir em paz. rsrs
  2. Este é meu segundo e ultimo post gigante, prometo.
  3. Fotos desse dia no meu flickr ou em vários outros. Pesquise “nob” ou “botecamp” por lá e divirta-se! ;)
  4. O vídeo saiu!!!! (tá escuro mas tá valendo. dá pra me ouvir sendo boboca e o Zander se divertindo com isso. ;P

Sobre São Paulo, café e arquitetura da informação

Então que cheguei agora em casa, depois de uma prova complicada, liguei o micro, olhei meu twitter e lembrei mais uma vez: fez um mês.

Coloquei uma música feliz pra poder sintonizar bem com as lembranças daquele 15 de março e resolvi de uma vez por todas publicar o post, mesmo sendo enorme e sabendo que nem 10% das pessoas que eu gostaria que o lesse vão fazê-lo. Paciência. E sabe por que? Porque a coisa mais gostosa nisso nem é que todos vejam, mas que eu relendo me lembre mais uma vez o quanto foi bom ter ido e o quanto será bom ir pra ficar.

*****

*/ Este é o post-diário-de-bordo de uma viagem de 3 dias a São Paulo. Aqueles que me conhecem (de antes ou da viagem) já sabem que eu falo pelos cotovelos. Pensem bem antes de continuar. /*

Então que eu estive em Sampacity, não é mesmo?

Morei em São Paulo a alguns anos atrás e por pouco tempo, mas esse tempo foi o bastante para que eu me apaixonasse pela “selva de pedra” que é a cidade. Fui embora prometendo a mim mesma voltar e durante anos procurei motivos para fazê-lo. Um dia Augusto me manda um email falando sobre o treinamento de arquitetura da informação ministrado pela JumpEducation.

- “Você devia ir, Bine.. Vai enriquecer seu currículo”.
- “Eu não sei, gusto. E estamos sem grana.. a despesa é grande, passagem, curso, hospedagem..”

Eu não precisava ser convencida a ir, mas meu bolso sim.
Depois de conseguir desconto na inscrição do curso, promoção na compra das passagens e ter convencido a muito custo que dividissem um quarto comigo, a viagem que era sonho transformou-se em realidade.

Como a oportunidade era única e valiosa, tratei de marcar encontro com deus-e-o-mundo pelo Twitter. Assim acertamos o #coffecamp ás 20h, Al. Santos. Saí de Recife pensando que pelo menos de uma festinha eu participaria. Eu realmente subestimava a capacidade dos paulistas se divertirem.

Passagens compradas, mala pronta, coração na mão e a insegurança de viajar sozinha. A idéia de pegar um avião, fazer conexões e chegar numa cidade que eu pouco conhecia me assustava tanto quando excitava. Twittei até a hora de entrar no carro (atrasada e sob o olhar repreendedor de Gusto) e ir ao aeroporto.

Entrei no avião, sentei na janela (sempre escolho janela. Eu sou muito menina pequena mesmo!) com o livro de Comportamento Organizacional que eu jurei estudar todos os dias mas só abri durante este vôo. Fones de ouvido tocando Eletric President e tanta expectativa que minhas mãos tremiam. Vi Recife ir embora e sorri ao perceber meu bônus extra: estava viajando na minha hora predileta, por volta das 16h30min da tarde, quando o sol está se pondo e as luzes são avermelhadas e intensas. Sentia-me ansiosa, confusa, feliz.

Após conexão em Brasília e beijos e abraços em Bruno, amigo de infância que não via a aproximadamente 10 anos, chego no aeroporto de Congonhas debaixo de uma chuva fininha e um frio delicioso. Bressane me esperava no desembarque (me reconheceu pelo all star. rá!) e fiquei aliviada quando o vi. Um primo da minha mãe que eu ainda não conhecia nos aguardava para levar ao hotel. Só descobrimos dentro do carro que nossa carona tinha outros planos pra gente. Ao invés de irmos direto pro Formule 1 (Paulista com Consolação. Não esqueço nunca mais.) atravessamos a
cidade rumo a Guarulhos para conhecer a família dele. “Vir pra cá e não conhecer suas primas não pode não! Não vale a pena“, ele dizia, e tinha razão. Meu encontro com sua esposa e filhas foi sem precedentes de tão absurdamente familiar. Conversamos, bebemos, pedimos pizza a uma da matina e recebemos (isso foi inédito na minha vida!) e nos despedimos cheias de apertos e choramigos com gosto de quero mais. Da próxima vez que eu for pra SP fico na casa deles, juro!

Hotel, enfim. Quase 2 da manhã e eu e Bressane continuávamos incomunicáveis com Louback e Vivs. Fomos dormir preocupados com o transtorno causado. Não, espera. Devo corrigir-me: EU fui *tentar* dormir ás 2 da matina. Bressane queria conversar até o amanhecer! Eu estava morta, com a adrenalina da expectativa se esvaindo do corpo e Bressane perguntando coisas que até hoje eu não acredito ter contado. (Eu tenho pouco juízo quando estou sonolenta e longe de casa). Quando ele finalmente cochilou o dia já tinha amanhecido.

E aí… a Simone chegou!!! Nos encontramos na recepção do hotel quando já estávamos de saída para ir ao curso. Olhei pra ela e percebi que Simone era melhor do que eu imaginava (ela vai achar que é babação. hihi): meio baixinha, cabelo curto, pele branca demais pra quem vive no Rio e cheia de acessórios alternativos interessantes. Tinha também a voz fina, quase infantil, além do forte sotaque carioca, coisa que é sempre engraçado de ouvir.

O Curso
cursoai.jpg

O primeiro e segundo dia podem ser resumidos em: “yey, que legal! Mas podia ser melhor, não é mesmo?” Pois é. Para mim tudo parecia ótimo porque afinal, eu estava fazendo algo diferente, numa cidade diferente, com pessoas diferentes. Qualquer coisa me encantaria ao extremo. Hoje admito que esperava mais e já concordo com os comentários de Simone e Bressane de que poderia ter sido mais inovador e melhor elaborado. Lembrei de escrever isso na avaliação que recebi por email alguns dias depois.

*****

Dividido em dois pedaços pra não matar meus 4 leitores de aborrecimento.
Posto o resto amanhã.

apenas um ponto

A cara da minha viagem pra São Paulo…
Eu estou cheia de expectativas, meu deus! Que feliz estou!
;)

feliz a conta gotas

Tenho que dizer que nada conseguiu levantar mais o meu astral esta semana do que saber que este blog, que não tem tamanho nem idade, foi indicado como um dos blogs da semana do Inagaki. Pois é, tá lá, em sessão de destaque. Morri de orgulho e contei para deus e o mundo. Fazer uma invejinha básica, é claro.
;)

a rosa azul de suntory

suntory-rose.jpg

A empresa de bebidas japonesa Suntory resolveu investir no controverso ramo dos vegetais transgênicos. E, em vez da polêmica soja que produz seu próprio pesticida, a companhia criou uma rosa geneticamente modificada cuja cor é azul. O plano é começar a vender a curiosa flor a partir do ano que vem. O gene ligado à cor azul foi “importado” de uma variedade de violeta.
fonte: G1

Achei fantástico!
Quando criança eu costumava arrancar pétalas de violetas dos jarros da minha mãe - para profundo desespero da mesma - e ficar horas com elas na boca. Não era pelo sabor, mas sim pela textura de veludinho esponjoso. Se as rosas assumirem a textura também, (na minha boca) seria como um delírio de infância.

blogando, sabine?

E é num dia em que não consigo pensar em nada de útil, que não consigo produzir bem ou me concentrar que escolho para colocar o primeiro post deste blog.

Este não vai ser um blog temático, por mais que eu tente. Talvez no decorrer destes meus últimos meses de estudos (formatura em setembro), projetos e seminários na faculdade eu consiga produzir algum conteúdo autêntico e interessante e o publique aqui. No mais, assuntos sobre web design, arquitetura de informação, design de interação, web standards, user experience e outras infinitudes do gênero já são tão obrigatórios e repetitivos no meu dia a dia que pretendo deixa-los fora daqui.

Blog. Mas o que diabos eu estou fazendo blogando novamente? Eles não funcionam comigo, nunca funcionaram! E por vários motivos, entre eles, o fato de que “blog” no meu sub consciente é sinônimo de “meu querido diário”. Até me lembro de uma vez ter conversado com Nando Rocha e termos chegado a conclusão de que não voltávamos com blogs porque não conseguimos falar de coisas técnicas, profissionais e impessoais como tantos outros espalhados na web. Ambos abríamos blogs cheios destas “boas intenções” mas acabávamos invariavelmente falando de nós mesmos.

Bem, ele tomou coragem e reabriu o dele. E eu estou aqui hoje, me metendo a besta. Vamos ver no que vai dar.